quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Como os contatos das redes sociais influenciam uma compra no comércio eletrônico?


O Fator-F, de acordo com a pesquisa da agência londrina Trendwatching.com, é a crescente influência dos contatos de redes sociais nas decisões de compra no comércio eletrônico.
Segundo a pesquisa, é vital identificar os consumidores nessas redes, porque é lá que eles estão pesquisando informações relevantes sobre as empresas e seus produtos. Neste sentido, o estudo detalhou cinco aspectos que compõem o Fator-F:

F-Descoberta: Envolve o desejo do consumidor de possuir ou experimentar produtos diferentes e melhores. As pessoas são curiosas e interessadas no que seus amigos e contatos pensam, fazem, comem, lêem, ouvem, viajam e compram, porque muitos deles querem pensar, agir e comprar de forma semelhante. Assim, os consumidores passam a adotar as comunidades, ferramentas e aplicações que lhes permitem descobrir novos produtos e serviços.

F-Avaliação: Por buscar os melhores produtos, os consumidores estão cada vez mais recorrendo e divulgando sites que ofereçam avaliações e opiniões de outros consumidores sobre produtos, serviços e empresas. Nas redes sociais as avaliações feitas por contatos conhecidos ganham ainda mais peso e importância.

F-Retorno: Comentários anônimos muitas vezes não interessam aos consumidores, pois podem não ser relevantes ou de credibilidade. Quando os consumidores divulgam suas intenções de compra nas redes sociais, o retorno de amigos tem maior validade.

F-União: Os consumidores atuais gostam de compartilhar suas compras e experiências com os amigos das redes sociais. Essa sensação de união faz com que outros consumidores não se sintam mais sozinhos em sua intenção de compra, por saberem que o amigo tem o mesmo interesse ou já comprou determinado produto.

F-Identidade: Por sua vez, as empresas estão cada vez mais lançando produtos e serviços personalizados com base no comportamento dos consumidores em redes sociais, como as preferências de um cliente expostas em um perfil no Facebook, por exemplo.

A distinção desses aspectos é apenas para efeito de estudo e compreensão da influência das redes sociais nas decisões de compra do consumidor. Na prática, eles operam como um todo que pode ser decisivo para a compra de um produto ou na contratação de um serviço.

LEIA MAIS SOBRE O FATOR-F NO POST ANTERIOR.

Fonte: www.ecommercenews.com.br

Fique em sintonia com as inovações da web com a MKX

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Como os amigos das redes sociais servem de referência aos novos consumidores do comércio eletrônico?


De acordo com um estudo da trendwatching.com, uma agência de pesquisa de tendências de Londres, os possíveis consumidores encontram nos contatos das redes sociais as melhores fontes para conhecer, discutir e adquirir produtos e serviços. A pesquisa definiu essa tendência como “Fator-F” de friends, fans e followers, ou amigos, fãs e seguidores.

Segundo o estudo, com o aumento do uso das redes sociais e outras tecnologias de comunicação online, os consumidores ativos ou em potencial tem utilizado suas redes de relacionamento como fontes confiáveis para arrecadar informações sobre as instituições e seus produtos, sendo assim menos influenciados pelas informações de desconhecidos.

O trendwatching.com mostra ainda que o chamado Fator-F é atualmente dominado pelo Facebook, que em abril de 2011 movimentou cerca de 500 milhões de usuários ativos e destes, mais de 250 milhões conectados por meio de sites externos.

A pesquisa também definiu cinco componentes do Fator-F que explicam melhor como os contatos das redes sociais digitais podem influenciar uma decisão de compra. Não deixe de ver no próximo post!

Fonte: www.ecommercenews.com.br

Fique em sintonia com as inovações da web com a MKX

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

As lojas físicas tem o e-commerce como um grande aliado


Com a crescente demanda do varejo online, diversas lojas já existentes no mercado decidiram também adaptar suas vendas para o mundo virtual. Além de ampliar sua cartela de clientes para todo o território nacional, o e-commerce acaba contribuindo ainda com as vendas das lojas físicas. Juntas, as duas versões podem trazer um grande retorno no aumento do canal de vendas da empresa.

O e-commerce tem o poder de difundir e divulgar de forma mais efetiva e rápida um negócio. Uma loja de pequeno ou médio porte é facilmente conhecida em sua região. Mas para abranger toda a cidade, principalmente em grandes capitais como São Paulo, é preciso um trabalho muito mais forte e intenso, em especial quando não está instalada dentro de um shopping.

Ao aderir o comércio online, empresas são localizadas na web facilmente. A abrangência da loja é expandida para outros estados, principalmente se oferecer produtos diferenciados e preços compatíveis. O mesmo pode acontecer na região onde o espaço físico está localizado. Moradores de bairros próximos podem desconhecer a loja até fazerem a pesquisa na internet.

Com todas as informações disponíveis no mundo virtual, muitos consumidores decidem comparar opções de produtos e preços antes de decidirem por uma compra. Mas, mesmo com o avanço da tecnologia, alguns ainda preferem ver o produto de perto, tirar as dúvidas com o vendedor para depois efetivarem a compra. Antes, o consumidor passava em frente a loja e decidia, na hora, entrar ou não. Agora ele se desloca propositalmente até o local e já sabe o que procura. De acordo com o diretor comercial da Eletrônica Santana, Rubens Branchini Martins, muitos clientes chegam com um papel impresso do site, conscientes da sua compra, mas ficam receosos enquanto não tocam o aparelho com as mãos. “O brasileiro ainda tem a cultura do contato”, explica Martins.

Lojas virtuais e físicas são partes de um mesmo negócio e não podem ser confundidas como concorrência. Em alguns momentos, a situação também pode inverter. O cliente pode ter ficado interessado em um produto, mas indeciso sobre a compra e preço, deixando para decidir a sua compra em casa. Em frente ao computador, o consumidor pode pesquisar os preços em outros lugares, entrar nas redes sociais e ver o que os demais usuários da marca estão dizendo sobre o produto, e realizar a compra pela internet, com muito mais praticidade e facilidade. Tanto em um caso como no outro, o importante é que a empresa atenda as necessidades de cada cliente ao trabalhar com dois canais de vendas.

Fonte: E-Commerce News

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Falta de planejamento pode ser crucial para as lojas virtuais


Ao se tratar de negócios pela internet, o planejamento torna-se mais que primordial. Todavia, é justamente nesse ponto que muitas lojas virtuais se perdem em meio aos vários concorrentes. Estima-se que de 25% a 30% das empresas não resistam ao primeiro ano de operação. Após um ano, as chances de fechamento dobram e a principal justificativa para esse desempenho é justamente a falta de conhecimento sobre como funciona o setor, somado à falta de metas e objetivos dos empresários.

Segundo o coordenador de novos negócios da JET e-Commerce, Daniel Ribas Martins, para alcançar o sucesso é preciso primeiro desenhar o plano de atuação da empresa, para logo em seguida definir a equipe responsável pelos processos. Assim, as chances de algo dar errado estão praticamente eliminadas. Ainda é preciso estar consciente de que cada ambiente exige investimentos diferentes. O que se economiza na locação de um prédio, por exemplo, é o que será revertido para aplicar uma logística de qualidade.

Alvos diferenciados
Muita coisa pode mudar quando uma empresa decide ampliar a atuação para a rede. Inclusive, ela pode voltar os olhos para outro nicho de mercado. Caso em que é preciso ainda mais cuidado na elaboração do negócio, a exemplo do que fez os empreendedores responsáveis pela loja virtual ZIPCASA. Em pouco mais de dois meses, a empresa pertencente ao grupo Actual Têxtil vai começar a operar virtualmente, focada em cama, mesa e banho.

Para a atuação, foi elaborado um estudo de mercado para analisar o potencial da empresa frente à concorrência. O método também serviu de parâmetro para a escolha dos produtos a serem comercializados. “Inicialmente, a ZIPCASA trará o melhor mix de produtos de cama, mesa e banho. Em seguida, serão apresentados objetos de decoração e utilidades domésticas para montar ou renovar a casa com estilo e qualidade. A loja também dará a opção de listas de presentes, em que o cliente poderá selecionar os itens de interesse para ser presenteado com muita facilidade, em qualquer ocasião”, conta Joyce S. Kreimer, CEO da empresa.

Já a MisterCompras, resultado do projeto de expansão da atacadista paulista Kiprodutos, nasce de muita leitura acerca do assunto. Após o período de estudo, foram diagnosticadas necessidades específicas ainda não plenamente atendidas no setor. Denis Vivaldini, gerente comercial da loja virtual, concorda que por trás de um passo dado em direção ao sucesso está uma decisão acertada no planejamento do negócio. “Uma grande vantagem que vemos no e-commerce é o fato de que a empresa que está começando, pode concorrer com qualquer uma das grandes empresas de hoje no mercado, isso se obtiver um planejamento, uma boa plataforma e uma boa equipe e estrutura.”

Mercado
A camara-e.net acredita que para cada empresa aberta, uma é fechada. As fraudes, principal preocupação de todos os responsáveis pelos negócios on-line, figuram no final da lista das causas para o encerramento das atividades das pontocom. O desconhecimento do modelo de negócio é, sim, o fator determinante para o ciclo de vida das cerca de 70 mil lojas virtuais existentes no país, ainda segundo a instituição.


Fonte: www.segs.com.br

Fique em sintonia com as inovações da web com a MKX

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Como a sua empresa pode se destacar nas buscas da internet?


Atualmente, vários empreendedores e executivos do mundo online e offline se dão conta da necessidade de estarem bem posicionados nos resultados de sites de busca. Para muitos, aparecer ou não na primeira página de um mecanismo de busca como Google ou Bing é a diferença entre o sucesso e fracasso de seu negócio.

Pagar por cliques em campanhas de links patrocinados pode não ser eficiente ou economicamente viável para todas as empresas, restando apenas à opção de aparecer nos resultados naturais, ou seja, os não pagos. Por uma limitação matemática e para desespero de muitos, só existe um primeiro lugar, e geralmente só são exibidos 10 resultados na primeira página.

Os mecanismos de busca utilizam em torno de 200 variáveis em constante mutação para definir o posicionamento de cada site. Ao invés de tentar mapeá-las, existem algumas regras básicas que você pode seguir:


  • Escolha as palavras-chave corretas: você deseja aparecer na primeira página do Google, mas já parou para pensar para quais palavras? É comum ouvir de clientes frases como “quero aparecer em primeiro lugar para a palavra ‘carros’”. Entretanto, quem digita apenas “carros” no Google? Provavelmente uma criança de cinco anos atrás de fotos do Lightning McQueen, o carrinho vermelho e tagarela do filme da Disney. Por isso, seja o mais específico possível, para conseguir atingir de forma objetiva seu público-alvo;
  • Conquiste o topo por mérito: sites como o Bing existem para oferecer aos usuários os resultados mais relevantes possíveis às buscas efetuadas. Olhe para o seu site e pergunte-se: “Eu mereço estar na primeira posição, na primeira página dos resultados? O meu site é o melhor? É o que tem o conteúdo mais relevante do meu setor? Sou a empresa com mais tempo de mercado, a mais conhecida?”. Avalie suas respostas e melhore o seu site com conteúdos interessantes;
  • Mil palavras valem muito mais do que uma imagem: site de busca, como o Google, lê e interpreta o texto do seu site para determinar sobre o que este se trata e calcular em que posição deve aparecer para cada uma das palavras lidas. Um site muito gráfico e com pouco texto pode ser excelente para transmitir um conceito diferenciado, mas não ajuda em nada ao Google decifrar o seu conteúdo;
  • Seja o mais votado: o Google criou um mecanismo similar a uma eleição chamado de PageRank, onde ao invés de votos, as páginas na internet que possuem uma maior quantidade de links apontados tornam-se mais propensas a se destacar nos resultados de busca. Ou seja, quanto mais referenciado for o seu site, maiores são as chances dele subir de posição.

Fonte: MSN